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Comissão de Freguesia de Ovar do PCP reúne com a Sociedade Musical Boa União PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 04 Maio 2015 18:28

Na linha de contactos que o PCP vem efectuando com o movimento associativo do Município de Ovar, uma nossa delegação reuniu com a centenária Sociedade Musical Boa União, no passado dia 22 de Abril de 2015.

Foi uma proveitosa sessão de trabalho, onde se trocaram pontos de vista sobre a importância social e cultural da actividade desenvolvida por aquela Associação, reconhecida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública.

A delegação do PCP tomou conhecimento das dificuldades vividas pela “Boa União”, devido aos poucos recursos financeiros de que dispõe para a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente no tocante a fardamentos (alguns já com mais de 20 anos) e à qualidade e desgaste dos instrumentos musicais. Apesar destes constrangimentos, a Associação mantém activa uma classe de formação e aperfeiçoamento em música, frequentada por cerca de 40 elementos, totalmente gratuita. Estes, após um período de aprendizagem, passam a integrar a banda, constituída, actualmente, por perto de 60 instrumentistas. Da “escola da Boa União” têm saído músicos com grande qualidade que prosseguiram a carreira musical.


Reunião Sociedade Musical Boa União

No entanto – e apesar de preocupada com a evolução qualitativa da sua banda filarmónica – a Direcção da “Boa União” segue uma via fortemente inclusiva, promovendo o acesso universal à sua “escola”, pelo que não usa como factor de selecção o talento inato dos candidatos. Com esta opção, exerce um insubstituível papel de inclusão social, sobretudo junto dos jovens.

A Sociedade Musical Boa União é apoiada financeiramente pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia, mediante protocolos firmados com estas entidades.

O PCP comprometeu-se a acompanhar a evolução das questões levantadas, defendendo a equidade no tratamento de todos os agentes associativos e a necessidade de ser promovido o diálogo entre as diversas associações culturais e artísticas do Município, no sentido de desenvolver sinergias entre elas.


Banda da Sociedade Musical Boa União treinando

 
Participa na Marcha Nacional da CDU no dia 6 de Junho "Todos à Rua por um Portugal com Futuro" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 29 Abril 2015 21:34

Banner Marcha Nacional


A Marcha Nacional «A força do Povo - todos à rua por um Portugal com futuro-, promovida pela CDU, Coligação Democrática Unitária, PCP/PEV, é uma poderosa jornada de luta e da afirmação do povo português num País livre da submissão aos interesses financeiros, um País soberano, de progresso social e desenvolvimento.

A Marcha Nacional é uma poderosa afirmação de que reside no povo, na sua intervenção, na sua luta e no seu voto, a decisão soberana sobre o futuro a construir para as gerações actuais e vindouras, uma afirmação de que está nas mãos dos trabalhadores e do povo decidir o seu destino, abrir outro caminho para Portugal, concretizar uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril.Face à situação do País, dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos reformados da grande maioria do povo português, não nos resignamos, não nos submetemos, não desistimos.

Aos trabalhadores, aos jovens, às mulheres, aos reformados, aos democratas e patriotas empenhados na ruptura com a política de direita e com o rumo de empobrecimento e declínio nacional prosseguido nestes últimos anos, por este Governo e pelos anteriores, fazemos um apelo à participação nesta Marcha Nacional.

A partir de cada bairro, freguesia, empresa, local de trabalho, escola, associação, colectividade, ou individualmente contacte os activistas da CDU, militantes do PCP e do PEV, os centros de trabalho e sedes respectivas, para se inscrever e assegurar os transportes e a participação.

Para o concelho de Ovar existem transportes organizados, o qual poderá assegurar o seu lugar até ao dia 31 de Maio contactando os activistas da CDU mais perto da sua área:

Contactos activistas CDU

MUPI Marcha Nacional 6 de Junho

 
Intervenção de Renata Costa na Sessão Solene pelo 41º aniversário da Revolução de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 27 Abril 2015 23:24


Intervenção Renata 25Abr2015 Sessão Solene CMO

Antes de mais, permitam-me saudar todos os meus caros concidadãos neste belo dia da liberdade.

Diz-se que só se ama o que se vive. E os jovens do Portugal de hoje não viveram o 25 de Abril. Mas nem por isso são menos capazes de sentir, defender e lutar por esta Revolução, os seus ideais, as suas conquistas.

A juventude portuguesa é a juventude de Abril, activa e resistente, criativa e empenhada na construção de um país mais justo e desenvolvido em todas as vertentes da democracia semeada pelos construtores do Portugal libertado: política, económica, social e cultural. E, embora cada vez mais atacada, a juventude de hoje transporta o que de mais valioso existe nas gerações passadas.

Aqueles que minimizam o papel dos jovens, dos que estudam e dos que trabalham, fazem-no porque sabem que a juventude enquanto força social transporta um generoso contributo para a necessária ruptura com as políticas de direita que têm conduzido o país e o povo à miséria.

Somos filhos da revolução, filhos de Abril!

Quando hoje lutamos pelo direito ao trabalho com direitos, contra as injustiças, a precariedade e o desemprego, quando lutamos contra as propinas ou os cortes das bolsas, em defesa da escola pública, quando nos levantamos contras as medidas de austeridade impostas pela Troika, quando nos impomos à subjugação e defendemos a soberania, defendemos os valores de Abril!
País fora ouviu-se a Grândola cantada em luta; os jovens envolvem-se na vida democrática das suas escolas e cidades participando no movimento associativo estudantil, realizando reuniões gerais de alunos, fazendo parte de colectividades. Organizam-se e intervêm no movimento sindical. São parte activa na criação cultural.  
Por todo o lado, existe Abril. Mesmo quando a ofensiva é brutal, Abril existe na juventude!

Ao comemorarmos 41 anos em liberdade não podemos deixar de saudar todos aqueles que com o seu sacrifício, por vezes a morte, sob o jugo da repressão e perseguição, na prisão, na clandestinidade, deram o melhor das suas vidas e construíram as estradas que fizeram a LIBERDADE. Comunistas, meus camaradas de Partido, mas também democratas e patriotas. Estudantes, operários, assalariados agrícolas do Alentejo, camponeses, intelectuais. Povos que sofreram a então guerra colonial e lutaram pela independência. Mulheres e Homens. Todos aqueles que com a sua luta, com a sua intervenção, construíram as "portas que Abril abriu”.

Todo um povo que deve ser convocado à nossa memória, à nossa homenagem, e que constituiu o campo de lutas de onde floresceu a consciência dos militares que, organizados no Movimento das Forças Armadas, arrombaram e escancararam as portas da liberdade e da democracia.

Chegara a madrugada que esperávamos. Abril estava na rua, o posto de comando do Movimento das Forças Armadas devolvia ao povo a alegria usurpada, liberdades espezinhadas.

Abril foi, e é, a semente da esperança que desabrocha no cravo vermelho. Foi uma revolução onde os trabalhadores e o povo assumiram o seu papel de obreiros, materializando sonhos, aspirações e reivindicações, abrindo as portas de um país encarcerado ao mundo, libertando outros povos que também lutavam para se libertarem do jugo do colonialismo, pondo fim à guerra e propondo a paz e a cooperação entre os povos. Ousámos construir o sonho. Derrubámos monopólios, e erguemos nacionalizações, os sectores estratégicos da economia – sector financeiro, transportes e telecomunicações - foram colocados ao serviço do povo e do país. A terra a quem a trabalha passou a ser realidade, com a força dos operários agrícolas, levantamos a Reforma Agrária. Abolimos o medo e a repressão e conquistámos o direito à livre organização política e partidária, o direito de manifestação e de greve; o direito ao trabalho e os direitos no trabalho, o salário mínimo nacional foi uma realidade, assim como o direito a férias, construímos a segurança social, a protecção contra o despedimento; o direito à saúde passou a ser um direito inalienável de todos; o direito à criação e fruição culturais deixou de ser das elites; construímos a escola pública, a escola democrática já não era apenas para os filhos dos que mais tinham; as mulheres souberam o que era a igualdade na lei e na vida; e a juventude soube dizer futuro.

Com a força e a luta dos trabalhadores e do povo, os direitos conquistados nas ruas, fábricas e campos passaram a ser a lei fundamental do país: a constituição de 1976.

Mas a contra-revolução foi feroz.

Durante décadas, sucessivos Governos, exercendo o poder, executando a política de direita que dura há 39 anos, recuperaram e restauraram de novo o poder do grande capital, submetendo o poder político ao poder económico, rasgando ou engavetando compromissos assumidos com o povo e com a Constituição, com Abril. Ofensiva que nestes últimos 5 anos assumiu uma dimensão nunca vista com a política dos PECS do PS, e do Pacto de Agressão que PS, PSD e CDS firmaram com o FMI, União Europeia e BCE e que o actual governo executou com entusiasmante zelo.

Vivemos tempos de retrocesso civilizacional. Reconstituição dos monopólios e privatização de sectores estratégicos da economia. Mais desemprego, mais exploração e mais empobrecimento. Famílias que estão completamente desesperadas e desamparadas, porque não conseguem fazer face às suas necessidades, devido ao roubo nos salários e pensões, ao corte nas prestações sociais, ao aumento de preços de bens essenciais, ao aumento de impostos para quem vive do seu trabalho e às dificuldades acrescidas no acesso à saúde e à educação. Hoje empobrece-se a trabalhar, por via de uma política de baixos salários. O desemprego aumentou para níveis nunca atingidos desde o fascismo. Há mais de um milhão e duzentos mil trabalhadores em situação de desemprego. E em relação aos jovens trabalhadores, 34% estão desempregados.

Mas que país é este, onde o Governo nada tem a oferecer aos jovens, que não seja desemprego, precariedade e baixos salários? Que país é este, onde o Governo sugere aos jovens que emigrem e procurem uma oportunidade profissional noutros países? Que país é este, onde o Governo compromete o futuro e o desenvolvimento do país, e deixa para as gerações vindouras piores condições de vida?

É preciso retomar o caminho de Abril e cumprir os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa. Esta é a solução para os portugueses e o país. A alternativa existe, mas ela não está na continuidade da mesma política, mesmo com outras caras; está na rutura com esta política. Está na urgente renegociação da dívida, nomeadamente nos seus montantes, taxas e prazos, para libertar recursos públicos que possibilitem o investimento na produção nacional. Está em pôr o país a produzir e apostar na agricultura, na pesca e num programa de reindustrialização para reduzir a nossa dependência externa e criar emprego com direitos. Está em redistribuir a riqueza criada através da valorização dos salários e pensões. Está em apoiar as micro, pequenas e médias empresas e pôr fim às privatizações. Está em garantir o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, o apoio social, a habitação digna. Está em afirmar a nossa independência e soberania.

Para o PCP, partido da resistência e da luta antifascista, partido de Abril, se há coisas que aprendemos é que mesmo quando tudo parece ameaçado ou perdido, é pela luta, pela força do nosso ideal, com uma política de verdade pela confiança no povo português, com a convergência dos democratas e patriotas, que temos convicção inabalável que nada está perdido. É por isso que dia 6 de Junho sairemos à rua, levantando protestos e soluções, demonstrando que não desistimos, ontem como hoje, a luta e a realidade demonstram que, objectivamente é possível uma vida melhor num Portugal de progresso, livre e democrático, com uma política patriótica e de esquerda, uma democracia avançada inseparável dos valores que emanam desse acontecimento extraordinário que foi a Revolução de Abril que hoje celebramos.

Comemorar o 25 de Abril de 1974 é defender os direitos conquistados; Comemorar o 25 de Abril é combater a reescrita da história, a negação da existência do fascismo, as falsas atribuições do papel de cada um na revolução e na contra -revolução que se seguiu.

Mas Comemorar Abril não se faz um dia por ano.
Comemorar Abril é defender e aprofundar as suas conquistas económicas, sociais, culturais e políticas a cada dia.
Enquanto houver jovens conscientes e irreverentes, enquanto pulsar nos nossos corpos a justiça, a igualdade e a liberdade, enquanto nos levantarmos contra a opressão e a exploração haverá resistência, haverá sempre Abril!
E Abril é nosso! Que seja agora, queremos o que é nosso!

Viva o 25 de Abril!

 
Intervenção do eleito da CDU Manuel Duarte na Assembleia de Freguesia de 23 de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sexta, 24 Abril 2015 20:49


Intervenção Manuel Duarte Assembleia Freguesia 23ABR2015

Período Antes da Ordem do Dia

Assim como a árvore se distingue pelos frutos que dá, se são bons a árvore é boa, se são maus a árvore é má. O comportamento dos humanos, dirigentes, políticos ou, simplesmente homens, vê-se nas boas ou más práticas que executam, vindo isto a propósito para chamar a atenção para a plantação daquelas árvores que as empresas de electricidade e de comunicações plantam ao longo das nossas ruas e estradas, árvores sem folhas verdes mas com lianas negras, enroladas, penduradas, numa atitude selvagem.

Indaguei os técnicos que andavam a montar cabos de fibra óptica, se era desta vez que queriam acabar com tais práticas, sabido que a fibra óptica permite enviar num só cabo milhões de informações diferentes, ao que me respondeu que não, porque as diferentes empresas não se entendem, e como não se entendem quem paga é o ambiente.

Más práticas são, também, substituir os trabalhadores da Junta de Freguesia por desempregados ou empresas de trabalho precário, sem direitos e com maus vencimentos, tenta-se poupar uns míseros cêntimos e contribui-se fortemente para manter o desemprego e a miséria no País.

Adam Smith com os seus estudos económicos no século 18° chegou á conclusão de que a riqueza de um país não depende da poupança nem do ouro acumulado mas, da quantidade e qualidade da produção dos seus trabalhadores.

O preço justo e a distribuição da riqueza já foram bem defendidos por São Tomás de Aquino no séc. XIII, e nem vos falo de Karl Marx para não deixar dúvidas nem assustar ninguém.

Como não se entendem, quem paga é a sociedade.

Passar das más práticas para as boas práticas é um imperativo para salvar Portugal da miséria e da dependência, sendo que as boas práticas são o equilíbrio ecológico, a defesa do ambiente, a qualidade de vida, são o pagamento justo para distribuir a riqueza, é a reposição do Código do Trabalho na versão antiga, para criar estabilidade no trabalho e desenvolvimento no País, são a reposição dos salários cortados e devolução do que sacaram aos reformados, pôr um travão na ganância dos capitalistas, cumprir as promessas eleitorais e respeitar a palavra dada.

Trazer de novo o espírito do 25 de Abril e a esperança a este povo acabrunhado e endividado, pois só assim podemos gritar de novo:

- VIVA O 25 DE ABRIL PARA SEMPRE!

 
Encontro da CDU dos concelhos de Ovar e da Murtosa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 23 Abril 2015 08:24

Encontro CDU Ovar Murtosa

Decorreu na passada sexta-feira 17 de Abril, no auditório da Junta de Freguesia de Ovar, o Encontro da CDU dos Concelhos de Ovar e da Murtosa. O evento, que reuniu militantes, simpatizantes e amigos da CDU destes concelhos, surge num momento em que se aproxima uma importante batalha eleitoral na qual se abrem novas possibilidades de inverter o rumo de desastre a que em sido conduzido o país e que tem vindo a destruir a vida de milhões de portugueses

O debate foi moderado por Dinis Silveira, da Comissão Concelhia de Ovar do PCP, sendo a mesa constituída por Miguel Viegas, deputado eleito pela CDU para o Parlamento Europeu, Miguel Jeri, eleito do PCP na Assembleia Municipal de Ovar, e Carlos Pinho, da Comissão Concelhia da Murtosa do PCP.

Na intervenção inicial, Miguel Viegas, fez uma síntese da situação preocupante que assola todo o País - empobrecimento dos trabalhadores e das populações, desemprego, degradação da economia, emigração, serviços públicos e direitos sociais amputados - e que é o corolário da acção da política de direita imposta por sucessivos governos sob a responsabilidade de PS, PSD e CDS, e agravada nestes últimos anos com a política dos PEC do Governo PS e do Pacto de Agressão com a troika estrangeira, subscrito pelos mesmos partidos.

Neste contexto, é absolutamente necessária a luta por uma política alternativa, patriótica e de esquerda, capaz de responder aos problemas do País e às aspirações dos trabalhadores e do povo. Uma política baseada: na renegociação da dívida; na promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego; na recuperação para o controlo público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro; na valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores e do povo; na defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, designadamente dos direitos à educação, à saúde e à protecção social; numa política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os seus lucros e a especulação financeira; na rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia, recuperando para o País a sua soberania, económica, orçamental e monetária.


Encontro CDU

Na intervenção seguinte, focada na actividade a nível local, Miguel Jeri começou por realçar a coerência da CDU, que se distingue das restantes forças políticas pelo seu compromisso de sempre com os trabalhadores e o povo, independentemente deste ou daquele governo e sem espaço para oportunismos ou contradições. Seguidamente, sintetizou a actividade no concelho, realçando a luta contra a privatização da ERSUC/EGF; contra a privatização da água; a defesa do Hospital de Ovar, dos CTT e da Pousada da Juventude enquanto equipamentos públicos; a defesa intransigente dos trabalhadores do concelho e dos seus direitos laborais, dos moradores dos bairros e do seu direito à habitação digna; a luta contra a municipalização da educação e da saúde. Situações nas quais o PSD local, longe de vestir a camisola do município, preferiu sempre vestir a camisola do governo - o que por si só reforça a importância da CDU para uma verdadeira alternativa no concelho.

Seguiu-se a intervenção de Carlos Pinho, que incidiu sobre os problemas específicos da Murtosa, nomeadamente falta de investimento público, realçando a necessidade de, no debate para as eleições legislativas, não se desligar as questões locais das questões nacionais, uma vez que as dificuldades vividas localmente decorrem em larga escala das opções governamentais dos partidos do "arco da troika".

Da parte do público, houve ainda espaço para variados comentários, questões e contributos dos militantes e amigos, sobre os mais variados temas. Coube por fim a Miguel Viegas a intervenção de encerramento, terminando o debate num enorme sentimento de confiança e mobilização para a necessária batalha do esclarecimento, com a certeza de que sim, será possível fazer crescer ainda mais a CDU!

Encontro CDU Ovar Murtosa

 
Nota de Imprensa: PCP reúne com Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão de Freguesia de Ovar do PCP   
Quinta, 09 Abril 2015 18:25

A Comissão de Freguesia de Ovar do PCP tem vindo a realizar reuniões com as direcções das colectividades da freguesia, com o objectivo de conhecer melhor as suas actividades, projectos e anseios, assim como os problemas que enfrentam para levar por diante a importante missão que desempenham na nossa sociedade.

Neste sentido uma delegação do PCP esteve de visita à Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar, onde falou com alguns dos seus dirigentes e conheceu melhor esta prestigiada colectividade cultural da nossa cidade.

Registada como associação juvenil sem fins lucrativos, desde há 31 anos que se dedica à formação, promoção e produção das Artes do Palco. Tem tido uma produção regular e consistente - orientada para diversos públicos - e sempre com dupla finalidade lúdica e didáctica, dos quais se destacam o Festinfância e o Festovar.

Toda esta actividade exige rigorosa e criteriosa gestão, não só de organização mas também de recursos materiais e financeiros, contando para isso com alguns apoios da autarquia e do IPJ, sempre insuficientes.

A delegação do PCP apontou princípios que, no seu entendimento, devem ser orientadores numa política cultural ao nível do município, nomeadamente a necessidade de diálogo entre os diferentes agentes culturais, no sentido de conferir cada vez mais qualidade e diferenciação aos eventos a organizar

A exemplo da prática seguida nos municípios geridos pela CDU, a cultura com acesso universal aos cidadãos deverá ser vista como um investimento essencial para a afirmação da cidadania. Neste contexto, o trabalho desenvolvido pelas associações de cariz popular, junto de crianças e jovens, é insubstituível na prevenção dos diferentes riscos que ameaçam a sociedade actual – e os mais novos em particular - e na promoção da inclusão social. Por isso, é dever das autarquias manter e reforçar o seu apoio.

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Comissão de Freguesia de Ovar do PCP reúne com a Ovarense Futebol PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Domingo, 29 Março 2015 20:17

Tem sido linha de acção do PCP em Ovar reunir com diversas colectividades, dada a importância que atribuímos ao movimento associativo popular. Para o PCP, este é relevante porque congrega as forças vivas locais para a promoção da coesão social. Os contactos realizados permitiram-nos estabelecer plataformas de discussão sobre as necessidades das colectividades, estreitamente ligadas aos direitos da população.

Nesta base de actuação, no passado dia 28 de Março, uma delegação do PCP visitou a Associação Desportiva Ovarense – Futebol, no Estádio Marques da Silva, onde trocou impressões com o corpo dirigente desta colectividade. Quisemos saber sobre a sua actividade, os sonhos, as preocupações, tal como as necessidades mais prementes para a prossecução dos seus objectivos.

De realçar, no plano das dificuldades, o facto de esta Instituição quase ter sucumbido por insolvência financeira, a ponto de ter interrompido a sua actividade no escalão sénior entre 2005 e 2008. Ainda assim, actualmente, mantém 280 atletas no total das actividades que desenvolve.

De facto, esta histórica agremiação, nascida a 19 de Dezembro de 1921 - com quase um século de existência – tem vivido os últimos 10 anos de forma conturbada. Mas, não obstante as suas dificuldades, nomeadamente logísticas, financeiras, administrativas, de construção e manutenção de infraestruturas, a Associação Desportiva Ovarense – Futebol mantém vários escalões de formação, dos quais um feminino, de forma completamente gratuita para os seus atletas. Este trabalho, espontaneamente integrado com o de outras colectividades, tem sido fundamental para a ocupação de tempos livres de muitos jovens do nosso Concelho, ao mesmo tempo que vai colmatando muitas carências sociais de diversa índole, nas quais se incluem casos de insuficiência alimentar.

Perante esta demonstração de resiliência e de esforço abnegado, sem qualquer interesse próprio, por parte dos corpos dirigentes da Ovarense – Futebol - aliás característica do movimento associativo popular, com a qual o PCP se identifica - a sua delegação, que incluía o eleito à Assembleia da União de Freguesias de Ovar, Arada, S. João e S. Vicente de Pereira Jusã, Manuel Duarte, comprometeu-se a apresentar em sede própria (Assembleia de Freguesia e Assembleia Municipal) as dificuldades da Ovarense – Futebol.


Membros da direcção da Ovarense Futebol e representantes da comissão de freguesia de Ovar do PCP

 
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