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Tempo de Antena do PCP de 20 de Maio de 2015 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Partido Comunista Português   
Quinta, 21 Maio 2015 22:31

 
PCP em contactos com população do concelho durante Jornada Nacional "Não ao declínio nacional, soluções para o país!" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Terça, 19 Maio 2015 14:15

Militantes do PCP estiveram no corrente mês à porta de diversas empresas do concelho de Ovar, locais de trabalho e outros locais públicos, no âmbito de uma jornada nacional de propaganda e esclarecimento. Nas sucessivas iniciativas foi distribuído o documento "Não ao declínio nacional! Soluções para o País", no qual são apresentadas propostas do PCP para solucionar os problemas do País e melhorar as condições de vida dos portugueses e dos trabalhadores, das quais se destacam:

  • Renegociação da dívida, nos seus montantes, juros e prazos;
  • Promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego;
  • Recuperação para o controlo público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro;
  • Valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores;
  • Defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, designadamente dos direitos à educação, à saúde, à protecção social, à cultura;
  • Uma política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os seus lucros e a especulação financeira;
  • Na rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia, recuperando para o País a sua soberania, económica, orçamental e monetária.



Toyota em Ovar

Bi-Silque em Esmoriz


Num clima de boa receptividade e interesse demonstrado pelos trabalhadores e população nas sucessivas iniciativas do PCP, foi possível auscultar as crescentes e múltiplas preocupações relacionadas com a precariedade laboral, ritmos aumentados de trabalho, cortes nos salários e trabalho extraordinário, cortes nas pensões e reformas, a falta de emprego e falta de perspectivas de futuro, resultado das políticas de direita de governos das cores do PS, PSD e CDS.

Perante este quadro de declínio nacional, o PCP afirma-se um Partido pronto a assumir todas as responsabilidades que o povo português decida atribuir-lhe, na luta pela ruptura com a política de direita, na construção de uma política patriótica e de esquerda no Governo do País.

Mercado de Ovar

Mercado de Ovar foto participantes




 
III Encontro Distrital sobre a intervenção do Partido nas empresas e locais de trabalho PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 07 Maio 2015 06:04

No passado dia 11 de Abril a Organização Regional de Aveiro do PCP (DORAV) realizou o 3º Encontro Distrital sobre a intervenção do Partido nas empresas e locais de trabalho. Nesta ocasião juntaram-se em Ovar, localidade que acolheu a iniciativa, cerca de três dezenas de militantes provenientes de vários concelhos do distrito e de um vasto número de empresas e sectores profissionais.Ao longo desta manhã de Sábado, a discussão foi animada por relatos de exemplos concretos de situações de atroz exploração, atropelo brutal dos mais básicos direitos dos trabalhadores, manobras ilegais do patronato a que a ACT faz vista grossa, entre outros elementos que demonstram que se "o país está melhor" é só para quem vive da exploração do trabalho dos outros.

III Encontro Distrital sobre a intervenção do Partido nas empresas e locais de trabalho

Entre os presentes houve também muitos a contribuir para a discussão com exemplos concretos de como, mesmo neste quadro de grandes dificuldades, é possível romper o medo e combater a precariedade, o desemprego e o baixos salários. Sendo naturalmente diversos os exemplos, ficou evidente que em todos os casos foi a coragem, a persistência e a unidade dos trabalhadores, que lhes permitiu alcançar essas importantes vitórias.

III Encontro Distrital sobre a intervenção do Partido nas empresas e locais de trabalho

No encerramento do encontro, José Gaspar, do Comité Central do PCP, sublinhou a importância do papel dos comunistas no movimento sindical unitário, para o valorizar, garantir a sua vitalidade e cumprimento do seu papel da defesa dos direitos de todos os trabalhadores. Tiago Vieira, também do Comité Central, apontou a necessidade de empenho de toda a organização nesta que é a mais importante de todas as frentes de trabalho do Partido e classificou como determinante a organização e a luta a partir de cada local de trabalho para a concretização da alternativa que o PCP propõe e de que o país necessita de forma urgente e inadiável.

Ler o artigo na página da Organização Regional de Aveiro do PCP

 
Comissão de Freguesia de Ovar do PCP reúne com a Sociedade Musical Boa União PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 04 Maio 2015 18:28

Na linha de contactos que o PCP vem efectuando com o movimento associativo do Município de Ovar, uma nossa delegação reuniu com a centenária Sociedade Musical Boa União, no passado dia 22 de Abril de 2015.

Foi uma proveitosa sessão de trabalho, onde se trocaram pontos de vista sobre a importância social e cultural da actividade desenvolvida por aquela Associação, reconhecida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública.

A delegação do PCP tomou conhecimento das dificuldades vividas pela “Boa União”, devido aos poucos recursos financeiros de que dispõe para a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente no tocante a fardamentos (alguns já com mais de 20 anos) e à qualidade e desgaste dos instrumentos musicais. Apesar destes constrangimentos, a Associação mantém activa uma classe de formação e aperfeiçoamento em música, frequentada por cerca de 40 elementos, totalmente gratuita. Estes, após um período de aprendizagem, passam a integrar a banda, constituída, actualmente, por perto de 60 instrumentistas. Da “escola da Boa União” têm saído músicos com grande qualidade que prosseguiram a carreira musical.


Reunião Sociedade Musical Boa União

No entanto – e apesar de preocupada com a evolução qualitativa da sua banda filarmónica – a Direcção da “Boa União” segue uma via fortemente inclusiva, promovendo o acesso universal à sua “escola”, pelo que não usa como factor de selecção o talento inato dos candidatos. Com esta opção, exerce um insubstituível papel de inclusão social, sobretudo junto dos jovens.

A Sociedade Musical Boa União é apoiada financeiramente pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia, mediante protocolos firmados com estas entidades.

O PCP comprometeu-se a acompanhar a evolução das questões levantadas, defendendo a equidade no tratamento de todos os agentes associativos e a necessidade de ser promovido o diálogo entre as diversas associações culturais e artísticas do Município, no sentido de desenvolver sinergias entre elas.


Banda da Sociedade Musical Boa União treinando

 
Participa na Marcha Nacional da CDU no dia 6 de Junho "Todos à Rua por um Portugal com Futuro" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 29 Abril 2015 21:34

Banner Marcha Nacional


A Marcha Nacional «A força do Povo - todos à rua por um Portugal com futuro-, promovida pela CDU, Coligação Democrática Unitária, PCP/PEV, é uma poderosa jornada de luta e da afirmação do povo português num País livre da submissão aos interesses financeiros, um País soberano, de progresso social e desenvolvimento.

A Marcha Nacional é uma poderosa afirmação de que reside no povo, na sua intervenção, na sua luta e no seu voto, a decisão soberana sobre o futuro a construir para as gerações actuais e vindouras, uma afirmação de que está nas mãos dos trabalhadores e do povo decidir o seu destino, abrir outro caminho para Portugal, concretizar uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril.Face à situação do País, dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos reformados da grande maioria do povo português, não nos resignamos, não nos submetemos, não desistimos.

Aos trabalhadores, aos jovens, às mulheres, aos reformados, aos democratas e patriotas empenhados na ruptura com a política de direita e com o rumo de empobrecimento e declínio nacional prosseguido nestes últimos anos, por este Governo e pelos anteriores, fazemos um apelo à participação nesta Marcha Nacional.

A partir de cada bairro, freguesia, empresa, local de trabalho, escola, associação, colectividade, ou individualmente contacte os activistas da CDU, militantes do PCP e do PEV, os centros de trabalho e sedes respectivas, para se inscrever e assegurar os transportes e a participação.

Para o concelho de Ovar existem transportes organizados, o qual poderá assegurar o seu lugar até ao dia 31 de Maio contactando os activistas da CDU mais perto da sua área:

Contactos activistas CDU

MUPI Marcha Nacional 6 de Junho

 
Intervenção de Renata Costa na Sessão Solene pelo 41º aniversário da Revolução de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 27 Abril 2015 23:24

Intervenção Renata Costa - 25 Abril

Antes de mais, permitam-me saudar todos os meus caros concidadãos neste belo dia da liberdade.

Diz-se que só se ama o que se vive. E os jovens do Portugal de hoje não viveram o 25 de Abril. Mas nem por isso são menos capazes de sentir, defender e lutar por esta Revolução, os seus ideais, as suas conquistas.

A juventude portuguesa é a juventude de Abril, activa e resistente, criativa e empenhada na construção de um país mais justo e desenvolvido em todas as vertentes da democracia semeada pelos construtores do Portugal libertado: política, económica, social e cultural. E, embora cada vez mais atacada, a juventude de hoje transporta o que de mais valioso existe nas gerações passadas.

Aqueles que minimizam o papel dos jovens, dos que estudam e dos que trabalham, fazem-no porque sabem que a juventude enquanto força social transporta um generoso contributo para a necessária ruptura com as políticas de direita que têm conduzido o país e o povo à miséria.

Somos filhos da revolução, filhos de Abril!

Quando hoje lutamos pelo direito ao trabalho com direitos, contra as injustiças, a precariedade e o desemprego, quando lutamos contra as propinas ou os cortes das bolsas, em defesa da escola pública, quando nos levantamos contras as medidas de austeridade impostas pela Troika, quando nos impomos à subjugação e defendemos a soberania, defendemos os valores de Abril!
País fora ouviu-se a Grândola cantada em luta; os jovens envolvem-se na vida democrática das suas escolas e cidades participando no movimento associativo estudantil, realizando reuniões gerais de alunos, fazendo parte de colectividades. Organizam-se e intervêm no movimento sindical. São parte activa na criação cultural.  
Por todo o lado, existe Abril. Mesmo quando a ofensiva é brutal, Abril existe na juventude!

Ao comemorarmos 41 anos em liberdade não podemos deixar de saudar todos aqueles que com o seu sacrifício, por vezes a morte, sob o jugo da repressão e perseguição, na prisão, na clandestinidade, deram o melhor das suas vidas e construíram as estradas que fizeram a LIBERDADE. Comunistas, meus camaradas de Partido, mas também democratas e patriotas. Estudantes, operários, assalariados agrícolas do Alentejo, camponeses, intelectuais. Povos que sofreram a então guerra colonial e lutaram pela independência. Mulheres e Homens. Todos aqueles que com a sua luta, com a sua intervenção, construíram as "portas que Abril abriu”.

Todo um povo que deve ser convocado à nossa memória, à nossa homenagem, e que constituiu o campo de lutas de onde floresceu a consciência dos militares que, organizados no Movimento das Forças Armadas, arrombaram e escancararam as portas da liberdade e da democracia.

Chegara a madrugada que esperávamos. Abril estava na rua, o posto de comando do Movimento das Forças Armadas devolvia ao povo a alegria usurpada, liberdades espezinhadas.

Abril foi, e é, a semente da esperança que desabrocha no cravo vermelho. Foi uma revolução onde os trabalhadores e o povo assumiram o seu papel de obreiros, materializando sonhos, aspirações e reivindicações, abrindo as portas de um país encarcerado ao mundo, libertando outros povos que também lutavam para se libertarem do jugo do colonialismo, pondo fim à guerra e propondo a paz e a cooperação entre os povos. Ousámos construir o sonho. Derrubámos monopólios, e erguemos nacionalizações, os sectores estratégicos da economia – sector financeiro, transportes e telecomunicações - foram colocados ao serviço do povo e do país. A terra a quem a trabalha passou a ser realidade, com a força dos operários agrícolas, levantamos a Reforma Agrária. Abolimos o medo e a repressão e conquistámos o direito à livre organização política e partidária, o direito de manifestação e de greve; o direito ao trabalho e os direitos no trabalho, o salário mínimo nacional foi uma realidade, assim como o direito a férias, construímos a segurança social, a protecção contra o despedimento; o direito à saúde passou a ser um direito inalienável de todos; o direito à criação e fruição culturais deixou de ser das elites; construímos a escola pública, a escola democrática já não era apenas para os filhos dos que mais tinham; as mulheres souberam o que era a igualdade na lei e na vida; e a juventude soube dizer futuro.

Com a força e a luta dos trabalhadores e do povo, os direitos conquistados nas ruas, fábricas e campos passaram a ser a lei fundamental do país: a constituição de 1976.

Mas a contra-revolução foi feroz.

Durante décadas, sucessivos Governos, exercendo o poder, executando a política de direita que dura há 39 anos, recuperaram e restauraram de novo o poder do grande capital, submetendo o poder político ao poder económico, rasgando ou engavetando compromissos assumidos com o povo e com a Constituição, com Abril. Ofensiva que nestes últimos 5 anos assumiu uma dimensão nunca vista com a política dos PECS do PS, e do Pacto de Agressão que PS, PSD e CDS firmaram com o FMI, União Europeia e BCE e que o actual governo executou com entusiasmante zelo.

Vivemos tempos de retrocesso civilizacional. Reconstituição dos monopólios e privatização de sectores estratégicos da economia. Mais desemprego, mais exploração e mais empobrecimento. Famílias que estão completamente desesperadas e desamparadas, porque não conseguem fazer face às suas necessidades, devido ao roubo nos salários e pensões, ao corte nas prestações sociais, ao aumento de preços de bens essenciais, ao aumento de impostos para quem vive do seu trabalho e às dificuldades acrescidas no acesso à saúde e à educação. Hoje empobrece-se a trabalhar, por via de uma política de baixos salários. O desemprego aumentou para níveis nunca atingidos desde o fascismo. Há mais de um milhão e duzentos mil trabalhadores em situação de desemprego. E em relação aos jovens trabalhadores, 34% estão desempregados.

Mas que país é este, onde o Governo nada tem a oferecer aos jovens, que não seja desemprego, precariedade e baixos salários? Que país é este, onde o Governo sugere aos jovens que emigrem e procurem uma oportunidade profissional noutros países? Que país é este, onde o Governo compromete o futuro e o desenvolvimento do país, e deixa para as gerações vindouras piores condições de vida?

É preciso retomar o caminho de Abril e cumprir os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa. Esta é a solução para os portugueses e o país. A alternativa existe, mas ela não está na continuidade da mesma política, mesmo com outras caras; está na rutura com esta política. Está na urgente renegociação da dívida, nomeadamente nos seus montantes, taxas e prazos, para libertar recursos públicos que possibilitem o investimento na produção nacional. Está em pôr o país a produzir e apostar na agricultura, na pesca e num programa de reindustrialização para reduzir a nossa dependência externa e criar emprego com direitos. Está em redistribuir a riqueza criada através da valorização dos salários e pensões. Está em apoiar as micro, pequenas e médias empresas e pôr fim às privatizações. Está em garantir o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, o apoio social, a habitação digna. Está em afirmar a nossa independência e soberania.

Para o PCP, partido da resistência e da luta antifascista, partido de Abril, se há coisas que aprendemos é que mesmo quando tudo parece ameaçado ou perdido, é pela luta, pela força do nosso ideal, com uma política de verdade pela confiança no povo português, com a convergência dos democratas e patriotas, que temos convicção inabalável que nada está perdido. É por isso que dia 6 de Junho sairemos à rua, levantando protestos e soluções, demonstrando que não desistimos, ontem como hoje, a luta e a realidade demonstram que, objectivamente é possível uma vida melhor num Portugal de progresso, livre e democrático, com uma política patriótica e de esquerda, uma democracia avançada inseparável dos valores que emanam desse acontecimento extraordinário que foi a Revolução de Abril que hoje celebramos.

Comemorar o 25 de Abril de 1974 é defender os direitos conquistados; Comemorar o 25 de Abril é combater a reescrita da história, a negação da existência do fascismo, as falsas atribuições do papel de cada um na revolução e na contra -revolução que se seguiu.

Mas Comemorar Abril não se faz um dia por ano.
Comemorar Abril é defender e aprofundar as suas conquistas económicas, sociais, culturais e políticas a cada dia.
Enquanto houver jovens conscientes e irreverentes, enquanto pulsar nos nossos corpos a justiça, a igualdade e a liberdade, enquanto nos levantarmos contra a opressão e a exploração haverá resistência, haverá sempre Abril!
E Abril é nosso! Que seja agora, queremos o que é nosso!

Viva o 25 de Abril!

 
Intervenção do eleito da CDU Manuel Duarte na Assembleia de Freguesia de 23 de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sexta, 24 Abril 2015 20:49


Intervenção Manuel Duarte Assembleia Freguesia 23ABR2015

Período Antes da Ordem do Dia

Assim como a árvore se distingue pelos frutos que dá, se são bons a árvore é boa, se são maus a árvore é má. O comportamento dos humanos, dirigentes, políticos ou, simplesmente homens, vê-se nas boas ou más práticas que executam, vindo isto a propósito para chamar a atenção para a plantação daquelas árvores que as empresas de electricidade e de comunicações plantam ao longo das nossas ruas e estradas, árvores sem folhas verdes mas com lianas negras, enroladas, penduradas, numa atitude selvagem.

Indaguei os técnicos que andavam a montar cabos de fibra óptica, se era desta vez que queriam acabar com tais práticas, sabido que a fibra óptica permite enviar num só cabo milhões de informações diferentes, ao que me respondeu que não, porque as diferentes empresas não se entendem, e como não se entendem quem paga é o ambiente.

Más práticas são, também, substituir os trabalhadores da Junta de Freguesia por desempregados ou empresas de trabalho precário, sem direitos e com maus vencimentos, tenta-se poupar uns míseros cêntimos e contribui-se fortemente para manter o desemprego e a miséria no País.

Adam Smith com os seus estudos económicos no século 18° chegou á conclusão de que a riqueza de um país não depende da poupança nem do ouro acumulado mas, da quantidade e qualidade da produção dos seus trabalhadores.

O preço justo e a distribuição da riqueza já foram bem defendidos por São Tomás de Aquino no séc. XIII, e nem vos falo de Karl Marx para não deixar dúvidas nem assustar ninguém.

Como não se entendem, quem paga é a sociedade.

Passar das más práticas para as boas práticas é um imperativo para salvar Portugal da miséria e da dependência, sendo que as boas práticas são o equilíbrio ecológico, a defesa do ambiente, a qualidade de vida, são o pagamento justo para distribuir a riqueza, é a reposição do Código do Trabalho na versão antiga, para criar estabilidade no trabalho e desenvolvimento no País, são a reposição dos salários cortados e devolução do que sacaram aos reformados, pôr um travão na ganância dos capitalistas, cumprir as promessas eleitorais e respeitar a palavra dada.

Trazer de novo o espírito do 25 de Abril e a esperança a este povo acabrunhado e endividado, pois só assim podemos gritar de novo:

- VIVA O 25 DE ABRIL PARA SEMPRE!

 
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