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Jantar de Aniversário - 96 Anos de Luta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 09 Março 2017 23:56

Jantar Aniversário 96 Anos de Luta

 
Activistas do PCP distribuem documento “Pela Reabilitação das Estações e Apeadeiros” na Estação de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 09 Março 2017 23:39

Esta iniciativa teve como objectivo a divulgação das acções políticas do PCP em Ovar, no que respeita à defesa da qualidade das infra-estruturas ferroviárias no concelho.

 Estações e Apeadeiros

Neste quadro, têm sido inúmeras queixas dos utentes sobre as condições das estações e apeadeiros, por serem precárias e incómodas para os passageiros, especialmente idosos e cidadãos com deficiência, sendo no entanto, as questões de segurança o factor de maior preocupação do PCP.

Esta matéria é uma das principais prioridades dos comunistas, que têm empenhado vários esforços ao nível local, regional e nacional no sentido de valorizar um meio de transporte fundamental para a economia, sendo também um elemento crucial para a sustentabilidade ambiental.

Estações e Apeadeiros

Esta postura do PCP confronta as políticas dos sucessivos governos do PSD e PS que ao longo dos anos têm promovido o abandono da rede de estações e apeadeiros em muitas localidades nomeadamente em Ovar.

O PCP considera urgente que o governo do PS reforce com os devidos meios orçamentais a empresa estatal Infra-Estruturas de Portugal para que se realize a necessária intervenção no sentido de dotar estes equipamentos das melhores condições para os seus utilizadores.


Ovar, 9 de Março de 2017

A Comissão Concelhia de Ovar do PCP

 
PCP defende investimentos nas estações e apeadeiros do concelho PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 02 Março 2017 21:55

Estação da CP em Ovar

A linha do Norte é uma infra-estrutura fundamental quer para a mobilidade das populações, quer como factor de desenvolvimento do tecido económico do município. É por isto que há anos que o PCP tem defendido a requalificação das estações e apeadeiros, abandonadas por sucessivos governos do PSD e do PS, num concelho em que diariamente milhares de trabalhadores e estudantes utilizam o comboio como meio de transporte e que deve ser estimulado para uma mobilidade mais sustentável do ponto de vista ambiental.

Carlos Jorge Silva, deputado municipal do PCPDe facto há muito tempo que os utentes vêm acumulando queixas sobre as condições das estações e apeadeiros, precárias e incómodas para os passageiros, especialmente idosos e cidadãos com deficiência. São ainda mais preocupantes as questões de segurança, pela inexistência de atravessamentos desnivelados das linhas, que já causaram atropelamentos mortais, pela diminuta plataforma central de passageiros que expõem os seus utilizadores a situações de grande risco sobretudo quando passam comboios de mercadorias e passageiros a alta velocidade expondo-os a enormes deslocações de ar.

Assim, e tendo em conta que o governo continua sem manifestar qualquer intenção de intervenção a curto prazo, o PCP apresentou uma moção na Assembleia Municipal, aprovada por unanimidade, forçando o governo a:


  1. Interpelar os responsáveis da Infraestruturas de Portugal, pela resolução dos problemas sentidos com tanta acuidade pelos utilizadores das estações ferroviárias de Ovar e de Esmoriz e nos apeadeiros de Cortegaça, Carvalheira-Maceda e Válega;
  2. Proceder ao reforço orçamental para que realize compulsoriamente a necessária e urgente reabilitação.

Paralelamente, o PCP está a desenvolver uma campanha junto dos utentes, prestando contas do seu trabalho e apelando à organização destes em defesa dos direitos de mobilidade. Neste quadro esteve presente em Ovar a deputada comunista na Assembleia da República Diana Ferreira.

PCP defende investimentos nas estações e apeadeiros do concelho

 
PCP reúne com o Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão de Freguesia de S. João de Ovar do PCP   
Domingo, 19 Fevereiro 2017 20:39

PCP reúne com Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai

Reconhecendo o PCP uma importância fulcral às instituições locais, ao associativismo e ao seu papel no apoio à cultura, desporto e outras actividades nas comunidades locais, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP reuniu com o Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai, no passado dia 6 de Fevereiro.

Assim, uma delegação do PCP foi recebida pelo presidente da associação Sérgio Rodrigues que apresentou as valências e actividades da Instituição, bem como as necessidades e constrangimentos do trabalho diário característico das colectividades, nomeadamente os parcos apoios financeiros pela autarquia local, indispensáveis para algumas obras absolutamente indispensáveis para a prossecução da sua actividade. Convém lembrar que esta associação, associada da Confederação Portuguesa das Colectividades, conta com cerca de 500 associados e desenvolve a sua acção no campo desportivo e cultural, com especial relevo para o atletismo, apresentando um historial de grande sucesso nas diferentes categorias da modalidade.

No campo cultural desenvolve actividades como o teatro, encenando algumas peças com regularidade. O rancho folclórico, amplamente reconhecido, tem realizado muitas actuações, no país e no estrangeiro. Possui ainda um museu, pertencente à rede museológica nacional, com inúmeros objectos e referências à cultura local e um parque de lazer que pode ser usufruído pela população. Foi possível também perceber as aspirações da Associação, de crescimento consistente, nomeadamente com a construção da biblioteca, para poder servir a população, dada a riqueza do espólio literário que possui, e também do campo de futebol sintético, beneficiando deste modo a associação e a comunidade.

A Comissão de Freguesia de São João de Ovar, aproveitou o encontro para oferecer a Resolução Política que estabelece a estratégia do partido para os próximos quatro anos, aprovada no XX Congresso do PCP. Foi um gesto com significado, dado o documento definir a orientação do PCP para as mais variadas matérias no quadro nacional e internacional, tocando também no Movimento Associativo Popular.  

O PCP agradece ao Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai a cordialidade com que foi recebido e disponibiliza-se, como sempre, a desenvolver todos os esforços para garantir os justos apoios a nível local. Compromete-se ainda a lutar por uma verdadeira política nacional de valorização do movimento associativo popular, reconhecendo o seu papel na melhoria da qualidade vida das populações e na democratização da cultura e do desporto.

 
Aprovada Moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 13 Fevereiro 2017 20:49

Aprovada Moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde

A moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde no concelho foi aprovada na última reunião da Assembleia Municipal, com a abstenção do PS e do PSD. No texto aprovado a Assembleia Municipal de Ovar recomenda ao Ministério da Saúde que:

a) Orçamente a verba necessária e se comprometa com a intervenção no Bloco Operatório do Hospital de Ovar;
b) Reinstale o Serviço de Urgência Básico no Hospital de Ovar, garantindo a referenciação ao Hospital de S. Sebastião;
c) Integre nos quadros o conjunto de trabalhadores do Hospital de Ovar com vínculo precário, fazendo bom uso das suas qualificações e competências, adquiridas ao longo de muitos anos de serviço.

A moção do PCP foi apresentada como alternativa a uma moção conjunta do PS e do PSD. Esta moção conjunta deveria ter sido inicialmente um documento consensual apresentado por todos os partidos, que teve o aval inicial do PCP, desde que no seu texto fossem respeitadas as posições comuns a todos os partidos. No entanto tal não foi possível devido à recusa injustificada destes dois partidos em encontrar um texto consensual.


É de notar que esta discussão teve lugar num momento em que o Conselho Consultivo do Hospital de Ovar manifestou junto da AM a sua posição relativa ao Plano de Negócios para a ULS Entre Douro e Vouga, nomeadamente:
- A sua oposição à criação da ULS de Entre Douro e Vouga, por destruir a identidade do HFZ e por provocar, a prazo, o esvaziamento da carteira de excelentes serviços que presta;
- A exigência da integração dos profissionais precários no hospital;
- Que o Plano de Negócios para a ULS não garantia a execução de obras no Bloco Operatório;
- Que o Plano de Negócios não garantia a existência de um Serviço de Urgência Básico.

O deputado municipal do PCP, Miguel Jeri, foi, no entanto confrontado dias antes da Assembleia com um texto-base redigido pelo PS (com o aval do PSD) em que:
a) se defendia como necessária a concentração de meios e se assumia, de forma subliminar, a criação da ULS Entre Douro e Vouga;
b) não se falava num serviço de urgência (falando-se antes de "serviço de atendimento permanente");
c) não se falava da integração dos profissionais precários.

Perante este texto, que admitia a criação de uma ULS com a qual o PCP discorda, este partido propôs, de forma construtiva e sempre no sentido de obter um texto consensual:
- Que a moção não se debruçasse sobre a integração do Hospital de Ovar numa ULS, visto não haver consenso entre os partidos subscritores;
- Que se substituísse a expressão "Serviço de Atendimento Permanente" por "Serviço de Urgência Básico", respeitando as reivindicações dos utentes, da Liga dos Amigos do Hospital e do Conselho Consultivo;
- Que a moção defendesse a integração dos profissionais precários.

Surpreendentemente, e apesar da razoabilidade das propostas do PCP que tornariam o texto consensual, PS e PSD recusaram-se terminantemente a incluir estas alterações, agindo como "donos da moção". Mais grave do que isso, o líder do Grupo Municipal do PS e redactor do texto-base apresentou um documento final aos serviços da AM, sem auscultação prévia aos partidos quanto à sua versão final, que não teve em conta nenhuma das propostas do PCP e do BE (à excepção da inclusão do “Serviço de Urgência” nas reivindicações).

Como e evidente, o PCP não pôde subscrever uma moção que admite a criação de uma ULS com a qual não concorda. Perante a atitude inflexível do PS e PSD, a única atitude razoável para o PCP foi apresentar uma moção alternativa, semelhante à inicial mas mais consensual, que não se debruçava sobre as divergências quanto à criação da ULS, focando-se antes naquilo que os partidos tinham em comum: defesa do bloco operatório, do serviço de urgência e integração dos precários.

Para o PCP, mais do que discutir as diferenças, o mais importante era aprovar um documento por unanimidade que defendesse os serviços de saúde, e por isso é que tentou, por todos os meios, encontrar um documento equilibrado, que pudesse ser aprovado para todos, tendo em conta os diferentes projectos políticos de cada partido.

Apesar disto e desafiando a lógica mais elementar, PS e PSD preferiram não votar favoravelmente a moção dos comunistas, que foi aprovada com os votos favoráveis do PCP e do BE, sendo que o BE também retirou o seu apoio à moção do PS e PSD.

Para o PCP, este episódio é demonstrativo da incoerência e desnorte em que nadam PS e PSD no que às políticas de saúde diz respeito. Demonstra também a tentativa falhada de forçar o PCP a subscrever um documento de defesa da ULS, ao mesmo tempo que demonstraram a sua falta de vontade política em defender a situação dos trabalhadores precários do Hospital de Ovar, cujo valor se estima em cerca de 30%.

Finalmente, os comunistas têm consciência de que todos os documentos aprovados na Assembleia Municipal têm seguramente mais impacto se forem acompanhados pela luta das populações, dos utentes e dos profissionais de saúde. Apela por isso a que estes se mobilizem de forma a pressionar o ministério da tutela a respeitar as suas justas reivindicações. A luta pela defesa do SNS e pela melhoria dos serviços de saúde no concelho é uma luta colectiva à qual todos os vareiros se devem associar.



 
Debate público e apresentação do "Guia do PCP Contra a Precariedade" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP   
Quarta, 08 Fevereiro 2017 02:52

Nota do Gabinete de Imprensa da DORAV do PCP

No âmbito da exposição nacional do PCP "Mais Direitos, Mais Futuro, Não à precariedade" patente, até ao dia 11 de Fevereiro, no salão nobre da Junta de Freguesia de Stª Maria da feira, convidamos-te  a participar no debate, alusivo à exposição, que se realiza no próximo dia 10 de Fevereiro às 21h e que contará com a participação da deputada do PCP na A.R., Diana Ferreira, e Francisco Gonçalves, membro do executivo da DORAV do PCP.

Debate público e apresentação do "Guia do PCP Contra a Precariedade"


 
Sobre a Reabertura das Urgências do Hospital de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 25 Janeiro 2017 22:04

Sobre as notícias vindas a público, pela reabertura do Serviço de urgência Básico (SUB) no Hospital de Ovar, o PCP manifesta o seu apoio inequívoco a uma causa que sempre defendeu, e que subitamente obteve o apoio de outras forças políticas, salientando:

Sobre a Reabertura das Urgências do Hospital de Ovar

1. Desde a primeira hora que o PCP se manifestou contra o esvaziamento de valências do Hospital de Ovar, que se traduziu no encerramento da urgência pediátrica e, pouco tempo depois, pela urgência geral, levadas a cabo em 2007 pelo governo PS/Sócrates, então com maioria absoluta.

2. A valorização e defesa do Hospital de Ovar, no contexto de defesa do SNS e do direito constitucional à saúde para todos, tem sido algo que o PCP, ao contrário do PS e PSD, tem defendido coerentemente a nível local, regional e nacional. Uma coerência que se manteve ao longo do tempo, sem contradições de qualquer espécie e nunca ao sabor deste ou aquele governo ou de períodos pré ou pós-eleitorais.

3. O PCP valoriza e deixa claro que apoia, como sempre apoiou, toda a luta que se venha a desenvolver pela reposição dos serviços encerrados, nomeadamente as urgências, sempre em contacto com as populações, os utentes e os profissionais do SNS.

4. Neste contexto, não se pode deixar de recordar que foi precisamente o PCP o partido que se demarcou do protocolo assinado pela Câmara Municipal, então de executivo socialista, que a troco de algumas contrapartidas permitiu o encerramento definitivo das urgências do Hospital de Ovar, contra a vontade da esmagadora maioria da população e apesar desta nos meses anteriores se ter mobilizado em massa contra mais este encerramento.

5. Não pode, de igual forma, deixar de recordar que o PSD, ainda na última campanha eleitoral para as legislativas, afirmava preto no branco a sua intenção de privatizar mais hospitais para as Misericórdias, pouco tempo após a tentativa fracassada de transferência do Hospital de Ovar neste esquema, corroborando que a defesa do SNS nunca foi prioridade para este partido.

6. Do ponto de vista da necessidade das urgências para a população o PCP recorda o já afirmado há 9 anos atrás:

6.1. O próprio relatório técnico que sustentou os encerramentos reconhecia que Ovar tinha todas as condições para manter o seu serviço de urgência (casuística, população abrangida, equipamentos etc.) com excepção da proximidade ao Hospital da Feira, atendendo mais de uma centena de casos por dia;

6.2. O mesmo relatório reconhecia igualmente a necessidade de um serviço de urgência suplementar para áreas populacionais superiores a 200 000 habitantes, e considerava, numa das suas múltiplas contradições, que o Hospital da Feira servia, à data uma população imensa, de 330 000 habitantes, número que será neste momento superior;

6.3. O Hospital de Feira é manifestamente insuficiente para atender todos os casos urgentes de uma área enorme, criando tempos de espera que chegam a ultrapassar as 12h, que mais do que apenas incómodo, são passíveis de gerar situações potencialmente fatais para os utentes;

6.4. A distância e a falta de transportes regulares é mais um factor de dificuldade de acesso às urgências do Hospital da Feira, especialmente para a população mais idosa do concelho;

6.5. O Hospital de Ovar, que integra um serviço de medicina interna, dispõe do equipamento laboratorial e imagiológico necessário para o funcionamento de SUB que possa atender a maioria dos casos urgentes, enviando os casos urgentes mais diferenciados ao Hospital da Feira.

7. A defesa do SNS é uma luta colectiva. O PCP apela à mobilização dos utentes e profissionais, integrando todas as lutas no contexto da valorização dos serviços públicos de saúde: defendendo a reposição do serviço de urgência, defendendo investimento nas infraestruturas hospitalares e dos Centros de Saúde, combatendo políticas economicistas no financiamento dos serviços e combatendo a precarização dos profissionais de saúde, num momento em que grande parte dos profissionais do Hospital de Ovar se encontram em situação precária.


Mais informações:

CDU demarca-se da assinatura do protocolo sobre as Urgências do Hospital de Ovar

CDU condena encerramento da Pediatria do Hospital de Ovar


 
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